{"id":11808,"date":"2024-04-25T11:35:23","date_gmt":"2024-04-25T14:35:23","guid":{"rendered":"https:\/\/noticias-gospel.org\/teste\/?p=11808"},"modified":"2024-04-25T11:48:56","modified_gmt":"2024-04-25T14:48:56","slug":"eleicoes-2024-google-faz-mudanca-e-bloqueia-anuncios-politicos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias-gospel.org\/teste\/25\/04\/2024\/geral\/eleicoes-2024-google-faz-mudanca-e-bloqueia-anuncios-politicos-no-brasil\/","title":{"rendered":"Elei\u00e7\u00f5es 2024: Google faz mudan\u00e7a e bloqueia an\u00fancios pol\u00edticos no Brasil"},"content":{"rendered":"<div id=\"cib-chat-main\" class=\"main\">\n<div class=\"message\">\n<div class=\"content\" tabindex=\"0\" aria-description=\"\" aria-label=\"Enviado por Copilot: **T\u00edtulo: Google e Elei\u00e7\u00f5es: Mudan\u00e7a nas Regras de An\u00fancios no Brasil** **Subt\u00edtulo: Novas diretrizes do TSE impactam publicidade pol\u00edtica nas plataformas digitais** Em uma decis\u00e3o sem precedentes, o Google anunciou que n\u00e3o permitir\u00e1 an\u00fancios pol\u00edticos no Brasil durante as elei\u00e7\u00f5es municipais deste ano. A medida segue a nova resolu\u00e7\u00e3o do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que imp\u00f5e regras mais r\u00edgidas sobre a publicidade eleitoral nas plataformas digitais. A partir de maio, nenhum an\u00fancio relacionado a candidatos ou partidos pol\u00edticos poder\u00e1 ser veiculado atrav\u00e9s do Google Ads, a plataforma de publicidade online do gigante da tecnologia, que abrange servi\u00e7os como a pesquisa Google, sites parceiros e o YouTube. &quot;Estamos atualizando nossa pol\u00edtica para refletir os valores democr\u00e1ticos e garantir a integridade das elei\u00e7\u00f5es brasileiras&quot;, declarou o Google em comunicado oficial. O TSE estabeleceu que as plataformas digitais devem manter um reposit\u00f3rio de an\u00fancios para monitoramento em tempo real, incluindo detalhes como valores investidos, respons\u00e1veis pelo pagamento e o perfil da audi\u00eancia atingida pela publicidade. Al\u00e9m disso, as empresas de tecnologia s\u00e3o obrigadas a disponibilizar um sistema de consulta eficiente, que permita uma busca avan\u00e7ada nos dados armazenados, assegurando transpar\u00eancia e acessibilidade. A resolu\u00e7\u00e3o do TSE vai al\u00e9m, responsabilizando as big techs pelo conte\u00fado veiculado em suas redes. As plataformas devem adotar medidas proativas para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas ou descontextualizadas que possam comprometer o processo eleitoral. Em casos de descumprimento, as empresas podem ser responsabilizadas civil e administrativamente. Essas diretrizes refor\u00e7am o papel das plataformas digitais na promo\u00e7\u00e3o de um ambiente eleitoral justo e livre de desinforma\u00e7\u00e3o, com o TSE exercendo poder de pol\u00edcia para garantir a efetividade das normas estabelecidas. O Google reitera seu compromisso global com a integridade eleitoral e promete continuar o di\u00e1logo com as autoridades sobre o tema.\">\n<div class=\"ac-container ac-adaptiveCard\">\n<div class=\"ac-textBlock\">\n<p>Em uma decis\u00e3o sem precedentes, o Google anunciou que n\u00e3o permitir\u00e1 an\u00fancios pol\u00edticos no <a href=\"\/brasil\/\">Brasil<\/a> durante as elei\u00e7\u00f5es municipais deste ano. A medida segue a nova resolu\u00e7\u00e3o do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que imp\u00f5e regras mais r\u00edgidas sobre a publicidade eleitoral nas plataformas digitais.<\/p>\n<p>A partir de maio, nenhum an\u00fancio relacionado a candidatos ou partidos pol\u00edticos poder\u00e1 ser veiculado atrav\u00e9s do Google Ads, a plataforma de publicidade online do gigante da tecnologia, que abrange servi\u00e7os como a pesquisa Google, sites parceiros e o YouTube.<\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cEstamos atualizando nossa pol\u00edtica para refletir os valores democr\u00e1ticos e garantir a integridade das elei\u00e7\u00f5es brasileiras\u201d, declarou o Google em comunicado oficial.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>O TSE estabeleceu que as plataformas digitais devem manter um reposit\u00f3rio de an\u00fancios para monitoramento em tempo real, incluindo detalhes como valores investidos, respons\u00e1veis pelo pagamento e o perfil da audi\u00eancia atingida pela publicidade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as empresas de tecnologia s\u00e3o obrigadas a disponibilizar um sistema de consulta eficiente, que permita uma busca avan\u00e7ada nos dados armazenados, assegurando transpar\u00eancia e acessibilidade.<\/p>\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o do TSE vai al\u00e9m, responsabilizando as big techs pelo conte\u00fado veiculado em suas redes. As plataformas devem adotar medidas proativas para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas ou descontextualizadas que possam comprometer o processo eleitoral. Em casos de descumprimento, as empresas podem ser responsabilizadas civil e administrativamente.<\/p>\n<p>Essas diretrizes refor\u00e7am o papel das plataformas digitais na promo\u00e7\u00e3o de um ambiente eleitoral justo e livre de desinforma\u00e7\u00e3o, com o TSE exercendo poder de pol\u00edcia para garantir a efetividade das normas estabelecidas. O Google reitera seu compromisso global com a integridade eleitoral e promete continuar o di\u00e1logo com as autoridades sobre o tema.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em uma decis\u00e3o sem precedentes, o Google anunciou que n\u00e3o permitir\u00e1 an\u00fancios pol\u00edticos no Brasil durante as elei\u00e7\u00f5es municipais deste ano. 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